Proposta do Programa

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MISSÃO
Nossa missão é garantir um ambiente de excelência intelectual e humana para a formação interdisciplinar em neurociências de mestres e doutores, e contribuir para a produção de conhecimento e o progresso da sociedade brasileira.
HISTÓRICO
No dia 04 de fevereiro de 2003 foi formalmente constituída a Comissão para Elaboração da Proposta de Criação do Programa de Pós-graduação em Neurociências da UFMG, sendo que a discussão desse projeto se iniciou no ano 2000. Do trabalho iniciado em 2000 resultou a Criação do Curso de Especialização em Neurociências e Comportamento, hoje denominado Curso de Especialização em Neurociências, com a primeira turma em 2002.
No dia 19 de dezembro de 2005 foi aprovado por unanimidade, pela Congregação do Instituto de Ciências Biológicas, a Proposta de Criação do Curso Strito Sensu de Pós-graduação em Neurociências, de acordo com parecer da professora Maria Raquel Santos Carvalho. (OF.DIR. 67/2005: Diretor, professor Carlos Alberto Pereira Tavares).
No dia 23 de março de 2006 foi aprovado pela Câmara da Pós-graduação da Pró-Reitoria de Pós-graduação da UFMG, a Proposta de Criação do Curso Strito Sensu de Pós-graduação em Neurociências, níveis Mestrado e Doutorado. (OF/UFMG/PPRG/GAB/050/06: Pró-Reitor, professor Jaime Arturo Ramirez). Sendo o corpo docente constituído por professores da Faculdade de Medicina (Depto de Saúde Mental e Depto de Clínica Médica), Faculdade de Educação (Depto de Métodos e Técnicas de Ensino) e Instituto de Ciências Biológicos (Depto de Bioquímica e Imunologia, Depto de Farmacologia e Depto de Morfologia).
No dia 10 de setembro de 2008, Portaria no. – 1.141, o Ministro de Estado da Educação, Fernando Haddad, tendo em vista o Parecer no 150/2008, da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, proferidos nos autos do Processo no 23001.000042/2008-00, resolve “reconhecer o curso de Mestrado e de Doutorado, em Neurociências, aprovados com conceito “4” pelo Conselho Técnico-Científico – CTC/CAPES, nas reuniões realizadas em 21 e 22 de novembro de 2006.
No dia 16 de fevereiro de 2007 os docentes do Programa de Pós-Graduação em Neurociências reuniram-se para eleição do Coordenador e Sub-Coordenador e para a criação do Colegiado do Programa conforme Edital de Convocação, assinado pela Diretora do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, professora Maria Cristina Lima de Castro. Nesta data, foram eleitos, por votação unânime, como representantes docentes do Colegiado: Profa Ângela Maria Ribeiro (Coordenadora) e Prof Marco Aurélio Romano-Silva (Sub-coordenador); Antonio Lucio Teixeira Junior e Francisco Eduardo Costa Cardoso; Humberto Correa da Silva Filho e Paulo Caramelli; Miriam Martins Chaves e Elizabeth Ribeiro da Silva. Conforme orientação do Professor Jaime Arturo Ramirez, Pró-Reitor de Pós Graduação, a Secretaria do Programa de Pós-Graduação em Neurociência deveria funcionar juntamente com a Secretaria do Curso de Especialização em Neurociências e Comportamento.
Após o primeiro processo seletivo, realizado em junho de 2007, no dia 10 de agosto de 2007 iniciou-se a primeira turma dos cursos de Mestrado e Doutorado, constituída por seis e quatro alunos, respectivamente. Mestrado: Alexandre de Aguiar Ferreira; Clóvis de Oliveira; Érica Oliveira Almeida, Felipe Cunha Bawden, Fernando Machado Vilhena Dias, Patrícia Gomes Fiqueira. Doutorado: Arthur Melo e Kummer, Luciana Hoffert Castro e Cruz, Patrícia Paes Araújo Fialho e Rodrigo Ribeiro dos Santos.
A primeira dissertação defendida, “Indução de mania ou hipomania por antidepressivos prosserotonérgicos no transtorno afetivo bipolar e sua associação com o polimorfismo 5-HTTLPR”, foi no dia 05 de agosto de 2008, pelo estudante Alexandre Aguiar Ferreira sob orientação do professor Humberto Corrêa da Silva Filho.
A primeira tese defendida “Alterações Neuropsiquiátricas da Doença de Parkinson” foi no dia 28 de abril de 2009, pelo estudante Arthur Melo e Kummer sob orientação do professor Antônio Lúcio Teixeira Junior.
Ao longo de seus anos de existência, o programa realizou diferentes eventos como o Simpósio Internacional de Neurociências, a Semana da Neurociências da UFMG e diferentes Jornadas de Neurociências. Em 2023 instituímos e realizamos dois eventos anuais pela primeira vez: I Curso de Inverno em Neurociências – Prof. Ângelo Machado e o I Encontro de Pesquisa do Programa de Pós-graduação em Neurociências. Além disso, desde 2015 vários docentes e discentes do programa participam ativamente da Semana Nacional do Cérebro, um evento de divulgação científica realizado anualmente, durante o mês de março.

ÁREAS DE CONCENTRAÇÃO

NEUROCIÊNCIAS BÁSICAS
Dedica-se à compreensão dos aspectos morfofuncionais do sistema nervoso, por meio da utilização de modelos celulares, animais e computacionais, em condições fisiológicas ou patológicas.
NEUROCIÊNCIAS CLÍNICAS
Descrição: Dedica-se à compreensão de processos cognitivos ou de doenças e transtornos que acometem o sistema nervoso de seres humanos, por meio da utilização de dados epidemiológicos, comportamentais e clínicos.
CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO
Dedica-se à compreensão de funções superiores do sistema nervoso central de seres humanos em contextos sociais e artísticos, ou em ambientes educacionais.

LINHAS DE PESQUISA

Neurociências Básicas

Aspectos moleculares e bioquímicos de funções neurais.

Descrição: Esta linha de pesquisa converge referenciais teóricos de áreas como a física, a matemática e a química para desvendar propriedades emergentes do cérebro em nível microscópico. Nesse sentido, a natureza predominantemente experimental dos projetos ligados à esta linha de pesquisa depende de um conjunto de habilidades e conhecimentos. Estudos interdisciplinares nesta linha podem envolver, por exemplo, o estudo dos mecanismos moleculares e celulares envolvidos na plasticidade sináptica e na regulação da neurotransmissão em diferentes áreas do sistema nervoso. Esse campo de pesquisa pode envolver o estudo de proteínas de sinalização celular, como receptores de neurotransmissores, enzimas de sinalização intracelular e proteínas reguladoras de plasticidade sináptica. As técnicas utilizadas nesta linha incluem análise de expressão gênica e protéica, estudos de imagem de células vivas, eletrofisiologia, espectrometria de massa, biologia molecular e genômica funcional. Ao trabalhar em conjunto, especialistas nestas metodologias podem colaborar para identificar novas vias de sinalização, bem como elucidar as bases moleculares e bioquímicas de funções neurais. Além disso, as pesquisas nesta linha podem se concentrar na identificação e caracterização de novos alvos terapêuticos para doenças neurológicas, como a doença de Alzheimer, esquizofrenia, depressão e outras condições que afetam o funcionamento do sistema nervoso central.
Aspectos morfológicos, comportamentais e computacionais de funções neurais.
Descrição: Esta linha de pesquisa se dedica à compreensão da estrutura e funcionamento do sistema nervoso em nível macroscópico, utilizando ferramentas metodológicas que podem ser aplicadas tanto in vivo, usando células, tecidos e órgãos provenientes de modelos animais, quanto in silico, em modelos matemáticos e computacionais. Os referenciais teóricos abrangem diversas áreas do conhecimento, e a interdisciplinaridade é alcançada por meio da elaboração de uma linguagem comum, que permite a resolução de problemas complexos em neurociência. Existe um constante diálogo entre as pesquisas nessa linha, de modo que dados morfológicos e comportamentais servem de substrato para modelos computacionais, e vice-versa. Os modelos construídos podem auxiliar na predição de respostas biológicas, ratificá-las e até mesmo indicar desdobramentos não quantificados in vivo. Ferramentas adicionais de processamento de sinais também podem ser utilizadas para o entendimento de fenômenos biológicos. Como exemplos de estudos realizados nessa linha, podem ser citados análises morfológicas em diferentes escalas – desde a análise de circuitos neurais específicos até a avaliação de grandes redes de conexão e seu impacto no comportamento, bem como análises comportamentais relacionadas ao processamento de informações, como memória, emoção e tomada de decisão, complementadas por técnicas computacionais de aprendizado de máquina e processamento de sinais biológicos.
Bases biológicas e comportamentais de modelos animais de doenças e transtornos do sistema nervoso.
Descrição: Nesta linha de pesquisa há uma articulação expressiva entre abordagens microscópicas e macroscópicas, que em conjunto possibilitam a compreensão da fisiopatologia e dos mecanismos subjacentes de doenças neurológicas, como a doença de alzheimer, parkinson, esclerose múltipla, epilepsia, bem como de doenças neuropsiquiátricas como ansiedade, depressão e estresse pós-traumático. Para tal, há um constante diálogo com as neurociências clínicas já que suas metodologias e referenciais teóricos são utilizados para a criação de modelos animais que reproduzem as características clínicas, comportamentais e neuropatológicas dessas doenças e transtornos. Há também um interesse na investigação de tratamentos farmacológicos e não farmacológicos para essas condições. Ainda compreendem nesta linha os estudos sobre as bases neurais de comportamentos ligados ao abuso de substâncias e dependência química. Achados projetos nesta linha de pesquisa abordam questões relacionadas à plasticidade neuronal, neurotransmissão, neuroinflamação, imunologia e genética, visando desenvolver novas terapias.

Neurociências Clínicas

Neuropsicologia e Psicologia Cognitiva
Descrição: A linha de pesquisa em Neuropsicologia e Psicologia Cognitiva envolve a aplicação de princípios e métodos da neurociência, psicologia cognitiva e outras disciplinas relacionadas para compreender como o cérebro humano funciona e como ele suporta processos cognitivos complexos, como a percepção, memória, atenção, linguagem e tomada de decisões. Essa linha envolve o diálogo entre pesquisadores de diferentes áreas, incluindo psicologia, biologia, educação física, medicina, engenharia e computação, para abordar questões complexas relacionadas à cognição humana e seus substratos neurais. Esses pesquisadores podem usar técnicas avançadas de imagem cerebral, como a ressonância magnética funcional (fMRI), eletroencefalografia (EEG), magnetoencefalografia (MEG) e a eletrofisiologia para investigar como o cérebro humano processa informações em níveis diferentes de complexidade. Especificamente na neuropsicologia pode se investigar os efeitos de lesões em áreas específicas do cérebro na cognição e comportamento humano. Por exemplo, um pesquisador pode estudar os efeitos de lesões no lobo frontal no controle executivo, tomada de decisão e comportamento social. Outra possibilidade é investigar os efeitos de lesões no lobo temporal no processamento de memória e percepção auditiva. Nessa linha de pesquisa, neuroimagem e eletrofisiologia costumam ser acompanhadas de testes neuropsicológicos e análises qualitativas e quantitativas de comportamentos. Além disso, esta linha de pesquisa também pode explorar como os distúrbios neurológicos e psiquiátricos afetam a cognição e o comportamento, bem como o desenvolvimento cognitivo e a plasticidade cerebral ao longo da vida. Em resumo, a linha de pesquisa em neuropsicologia e psicologia cognitiva busca entender a relação entre o cérebro e a mente, bem como o funcionamento cognitivo normal e patológico em uma perspectiva interdisciplinar, com potencial para contribuir para o desenvolvimento de novas terapias para transtornos neurológicos e psiquiátricos.
Doenças e Transtornos do Sistema Nervoso
Descrição: Esta linha se concentra em compreender doenças e transtornos do sistema nervoso de maneira a contemplar todos os seus níveis de complexidade que abrangem desde os mecanismos subjacentes ao seu desenvolvimento e progressão até os aspectos sociais, como a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias. Essa linha apoia-se numa variedade de técnicas como neuroimagem, eletrofisiologia, análise genética e estudos comportamentais. Além disso, pesquisas nesta linha podem ter implicações importantes para o desenvolvimento de tratamentos para essas doenças e transtornos, bem como para a prevenção e diagnóstico precoce. Quanto ao tratamento, os pesquisadores podem investigar a eficácia de drogas existentes e de terapias não farmacológicas, como estimulação cerebral não invasiva, exercício físico, reabilitação e terapia ocupacional.  Para além do tratamento, esta linha de pesquisa abrange estudos focados na prevenção, por meio de abordagens interdisciplinares que caracterizam estas doenças e transtornos sob a perspectiva de diferentes profissionais de saúde. Há também uma imensa troca metodológica e teórica entre diferentes saberes, quando as pesquisas envolvem o diagnóstico e o tratamento. Por exemplo, a descoberta de biomarcadores pode aperfeiçoar o diagnóstico, ao mesmo tempo que incentiva o desenvolvimento de novas moléculas para tratar estas enfermidades.

CIÊNCIAS SOCIAIS E EDUCAÇÃO

Neurociências e Educação
A linha de pesquisa em neurociências e educação tem como objetivo entender como o cérebro humano aprende e como essa compreensão pode ser aplicada na educação para aperfeiçoar o ensino de qualidade. Essa linha de pesquisa pode incluir estudos sobre a relação entre a plasticidade cerebral e a aprendizagem, como a atenção e memória influenciam o processo de aprendizagem e como as emoções podem afetar o desempenho acadêmico. Pesquisadores utilizam técnicas de neuroimagem e eletrofisiologia para avaliar a atividade cerebral durante diferentes tarefas de aprendizagem, bem como estudam a função cerebral e os efeitos qualitativos e quantitativos de diferentes estratégias pedagógicas. Por exemplo, um estudo dentro desta linha pode avaliar o impacto da gamificação no desempenho acadêmico e na atividade cerebral. Outra possibilidade é investigar como a neurociência pode ser aplicada na educação para ajudar a identificar e tratar dificuldades de aprendizagem, como dislexia, déficit de atenção e hiperatividade (TDAH) e transtornos do espectro autista (TEA). Essa linha de pesquisa pode envolver o desenvolvimento e teste de novas estratégias de ensino adaptadas às necessidades de alunos com dificuldades de aprendizagem. Além disso, essa linha de pesquisa pode ter implicações importantes para o desenvolvimento de políticas educacionais e para a formação de professores, fornecendo uma base científica para a implementação de estratégias de ensino baseadas em evidências e para a identificação de dificuldades de aprendizagem.
Neurociências e Humanidades
A linha de pesquisa em Neurociências e Humanidades envolve estudos que buscam o diálogo das neurociências com a filosofia, literatura, direito, música, artes, economia e outras áreas das humanidades. Um exemplo é a possível convergência dos referenciais teóricos da filosofia com métodos da psicologia cognitiva e da biologia para examinar as relações entre o cérebro e o comportamento humano, incluindo questões relacionadas à consciência, empatia e criatividade. Outra possibilidade é estudar as bases neurais da ética, o que inclui questões relacionadas ao livre-arbítrio, responsabilidade moral e justiça social. Em contrapartida, nesta linha há também estudos que aplicam preceitos e reflexões do campo da ética no desenvolvimento e uso de ferramentas tecnológicos ou não que podem influenciar a função do sistema nervoso.  Esta linha de pesquisa também é um espaço ideal para experimentação de novas aproximações. Um pesquisador pode investigar como a neurociência pode interagir com a área da comunicação, marketing e negócios, por exemplo, o entendimento de como o cérebro dos consumidores responde aos estímulos de marketing e publicidade. Essa aproximação tem fundamentado a área de neuromarketing, que fornece informações mais precisas e objetivas sobre as reações emocionais e cognitivas dos consumidores a produtos, marcas, anúncios e outros estímulos de marketing. Essa linha de pesquisa pode incluir estudos sobre como a cultura, a religião e as tradições influenciam a percepção e compreensão da mente e do comportamento humano, e como a neurociência pode apoiar essas perspectivas. Também é possível investigar como a música e a criatividade podem ser usadas para entender a natureza da cognição e da emoção, bem como sua relação com o bem-estar humano. Além disso, essa linha de pesquisa pode ter implicações importantes para a sociedade e a política, fornecendo uma compreensão mais profunda das implicações éticas e sociais da pesquisa em neurociências, área esta conhecida como neuroética.  Essa linha de pesquisa pode ajudar a informar políticas públicas relacionadas à saúde mental, educação e justiça, e pode ajudar a criar um diálogo mais amplo entre a ciência e a sociedade.